Branca de Neve e o Caçador (2012)

Quando o filme foi lançado até bateu aquela curiosidade de assistir. Mas o fato da Kristen  Stewart estar no papel principal me levou a fazer uso do pré-conceito. Sim, sou mais uma que acha ela a pessoa mais sem sal e sem expressão da face da terra. O filme entrou na lista do Netflix recentemente e acabei cedendo em um dia de tédio. De fato, lá estava a Kristen com aquela cara de Bella. Ela nasceu para Bella, e com cara de Bella morrerá. Parece que ela nunca sai do personagem (ou não entra em nenhum).

Atores à parte, confesso aqui que esse foi o melhor longa que já vi sobre a Branca de Neve. Não sei se já assisti todos os existentes, mas dos que conheço, sim. A história também foi bem modificada, como em Malévola. Branca de Neve não é aquela pobre princesa indefesa. Ela é pura, bondosa, mas é forte e corajosa. Após seu pai, viúvo, se casar com outra mulher, ele é assassinado pela rainha ainda na noite de núpcias. Ravenna (nossa conhecida Evil Queen) assume o poder e transforma o reino em um lugar sombrio e cheio de sofrimento. (Até aqui a história não é novidade para ninguém).

Ravenna

Branca de Neve, que foi por anos mantida prisioneira, um dia consegue fugir do castelo, e corre para a floresta negra, onde ninguém tem coragem de entrar. Ravenna então chama um caçador local, que conhece o lugar e manda que encontre a fugitiva.  Eric obedece, mas quando encontra a jovem acaba mudando de ideia. Os dois fogem e pelo caminho encontrarão pessoas dispostas a ajudar a princesa reconquistar o trono.

E é na sequência que conhecemos os anões: Beith, Gus, Quert, Muir, Coll, Duir, Gort e Nion. Sim, são 8 anões e não 7. E ao que pude perceber apenas 1 ator que interpretou um anão é de fato baixinho. Todos os outros que reconheci são de estatura normal. Então ficou aquela coisa estranha: pernas curtas e mão grandes. Porém os anões são muito mais interessantes no filme (e muito mortais também).

Anões

Por fim, valeu a pena. Se está procurando um filme mais leve para ver num dia de bobeira, recomendo. E continuem de olho aqui no Modernosas, que eu volto em breve para resenhar outro filme baseado em um conto infantil. Quem assistiu, diz o que achou! ;D

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Maleficent (2014)

Tá aí um filme que quando ouvi todo mundo comentando, não senti vontade de assistir. Fiquei bem curiosa para ver a Angelina Jolie como uma vilã da Disney, mas ainda sim, não foi motivo suficiente para me despertar interesse. Clique vai, clique vem… acabei vendo em algum lugar uma pessoa contando a história do filme. Isso sim chamou a atenção e eu quis ver.

Pra quem não assistiu nem leu sobre o filme, saiba que ele não é só uma filmagem humanizada do conto que conhecemos. Eles traz uma nova versão da história. Malévola (Maleficent) não é bem aquela bruxa/fada má e cruel que os desenhos mostraram.
Na animação e na história quase original dos livros infantis, (esse quase se você quiser entender, pesquise por contos dos irmãos Grimm no google) Malévola (ora chamada de bruxa, ora de fada do mal) fica revoltada ao descobrir que não foi convidada para o evento mais importante do reino: o batizado de Aurora, filha do rei.
Como vingança, ela lança uma maldição na menina, Quando Aurora completar 16 anos, ela espetará o dedo na agulha de um roca de fiar e morrerá. Um das fadas presentes diz não ter poder para tirar a maldição, porém consegue mudá-la. Aurora ao invés de morrer, cairá em um sono profundo da qual só poderá despertar com um beijo do príncipe… E o final você já conhece.

Malévola Disney

Agora resumirei a versão do filme (sem contar fatos importantes) porém se você quer 100% de surpresa, não leia o texto entre os indicadores de spoilers que colocarei abaixo.

[Começo do Spoiler]

Segundo a nova versão, Malévola nem sempre foi má. Ela era uma fada e protetora do reino dos Moors. Entre os humanos, corriam boatos de que aquele reino encantado era cheio de tesouros (dos quais queriam posse) e criaturas horrendas. Por conta dessa ambição, Malévola foi engana por um humano e teve seu bom coração tomado pelo rancor. Esse humano veio a se tornar rei e casou-se com um mulher, com quem teve uma filha (Aurora). Ao saber do nascimento da menina, a fada que não mais acreditava no amor e na bondade dos homens, lançou um maldição na recém-nascida. De início, Aurora deveria morrer. Mas ao ver o rei implorar, ela decide colocar a garota em coma, e somente com um beijo de amor sincero ela poderia despertar. Como para Malévola o amor verdadeiro não existia, a garota jamais acordaria.

[Fim do Spoiler]

Como prometido, não revelei muito. Ainda sim, está devidamente sinalizado. Claro que tem muito mais e a história é muito mais bonita, emocionante e interessante que o conto de fadas tradicional.

Angelina ficou perfeita no papel de “vilã”. E o filme deixou um gostinho de quero mais.

Maleficent child
Isobelle Molloy como Maleficent ainda criança

 

Maleficent Before Evil
Malévola boa

 

Maleficent After evil
Malévola má

Agora você que assistiu me conta: prefere a história original, ou a do filme?

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Sorvete de mousse de limão.

Sorvete de Mousse de Limão Modernosas Yagami Nana

Essa receita eu fiz inspirada no Sorvete de tortinha de limão da Gi. Digo inspirada porque já faço sorvetes de outros sabores com as mesmas receitas da mousse, mas até hoje não tinha pensado em fazer de limão. Então fiz do meu jeito, meio sem medida certa e funciona que é uma delícia!

  • 1 caixinha de leite condensado;
  • 1 caixinha de creme de leite;
  • 1/2 xícara leite;
  • Suco de 2 limões.

Sorvete de Mousse de Limão II

Fiz praticamente o mesmo processo que faço para a mousse. Coloquei o leite condensado, o creme de leite e o limão no liquidificador e bati até ficar bem cremoso. Aos poucos fui adicionando o leite e deixei bater mais uns 2 minutinhos.
Na mousse não vai o leite, mas fiquei com medo da consistência não ficar como a de sorvete. Também não vá acrescentar muito para não virar uma pedrinha. Daí vai de como cada um prefere a textura.

Sorvete de Mousse de Limão III

Pro meu gosto (e pro do marido que é louco por limão) ficou um pouco fraco com o suco de apenas 2 limões. Então se gosta mais dele mais acentuado e azedinho, coloque uns 3 ou 4, dependendo do tamanho e da variedade.

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Beijos 😉

Originalmente publicado em: Yagami Nana

Como se fosse a primeira vez (50 First Dates – 2004)

Essa é uma das poucas comédias românticas que gosto. Assisti a primeira vez no dia do meu aniversário de 14 anos, bem na estreia do filme nos cinemas (brasileiros). Mais uma razão pra eu lembrar dele com tanto carinho.

Henry (Adam Sandler) estava em uma lanchonete, em um dia comum, quando conheceu Lucy (Drew Barrymore). Ele se aproximou, conversaram e tomaram café juntos. Quando se encontram novamente, ela não o reconheceu e o tratou como completo estranho. O que o Henry não sabia, era que Lucy tinha sofrido um acidente que causou uma condição neurológica rara: ela só guarda as memórias que teve até o dia do acidente. Tudo o que acontece no dia dela é resetado e apagado no dia seguinte, e ela vive o mesmo dia todos os dias.

Apaixonado, Henry tenta reconquistá-la dia após dia. O que depois de um tempo se torna difícil, pois o pai e o irmão de Lucy, fazem de tudo para repetir, nos mínimos detalhes, o dia em que ela sofreu o acidente. Uma vez que sempre contavam sobre o problema de memória, ela sofria muito e eles tinham que ver essa cena se repetindo constantemente. E o trabalho para mante-la feliz implicava em todos os dias deixar um jornal com a mesma data na porta, pintar a garagem de branco, pra que ela pudesse redecorá-la, assistir a gravação do jogo de futebol, comemorar novamente o aniversário do pai, criando um loop infinito. e sempre que algo dava errado…. bem., no dia seguinte ela teria esquecido tudo mesmo.

Henry não se conforma com essa maneira de encararem o problema, mesmo porque chegaria o dia em que ela acordaria e se veria velha, enrugada e sem o pai da noite pro dia. Depois das diversas tentativas frustradas da família em separar Lucy da realidade, Henry por fim, consegue dar um final (quase) feliz à história. 237 O filme tem tudo o que gosto: uma história diferente e emocionante, comédia (afinal… é Adam Sandler), Havaí, animais marinhos e muito choro no final. Ele foge daquela clássico padrão água com açúcar da sessão da tarde e apesar de ter visto várias vezes e ser velho, continua sendo um queridinho para rever nos dias de tédio. Como se fosse a primeira vez 2 Como se fosse a primeira vez